| CONTEUDO DE MARCA - Valor - Confira os destaques dos dois primeiros dias da ROG.e 2026 |
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19h54m |
Evento organizado pelo IBP reúne líderes, empresas e especialistas para discutir os desafios e as transformações do setor de energia Confira os destaques dos dois primeiros dias da ROG.e 2026 Evento organizado pelo IBP reúne líderes, empresas e especialistas para discutir os desafios e as transformações do setor de energia Confira a programação completa da ROG.e 2026 |
| CONTEUDO DE MARCA - Valor - Acompanhe os destaques do segundo dia da ROG.e 2026, diretamente do Rio de Janeiro |
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16h07m |
Evento organizado pelo IBP reúne líderes, empresas e especialistas para discutir os desafios e as transformações do setor de energia Acompanhe os destaques do segundo dia da ROG.e 2026, diretamente do Rio de Janeiro Evento organizado pelo IBP reúne líderes, empresas e especialistas para discutir os desafios e as transformações do setor de energia Confira a programação completa da ROG.e 2026 |
| CONTEUDO DE MARCA - Valor - Com alta de 46% de estrangeiros, turismo brasileiro vive momento decisivo para o PIB |
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13h02m |
Setor que movimenta 8% da economia precisa superar gargalos em infraestrutura e segurança para atrair mais investimentos privados O desafio do setor agora é converter o fluxo recorde de visitantes em um motor duradouro para a economia, superando entraves históricos e investindo em qualificação e tecnologia Um dos segmentos mais impactados pela pandemia, o turismo brasileiro vem se recuperando de forma consistente. De acordo com análise da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o fluxo de visitantes estrangeiros no país saltou de 6,3 milhões para 9,3 milhões entre 2019 e 2025. O avanço de 46% supera o desempenho de nações como Japão (34%), Portugal (20%), Espanha (16%) e França (12%), enquanto vizinhos sul-americanos como Argentina e Peru registraram retração de 23% e 22%, respectivamente. Responsável por cerca de 8% do Produto Interno Bruto (PIB), o setor tem agora a oportunidade de converter o otimismo de curto prazo em um ciclo de desenvolvimento sustentável. Na visão de Daniel Nepomuceno, diretor de atração e investimentos da ONU Turismo, o país possui todas as precondições para expandir essa fatia nos próximos anos. Contudo, o executivo ressalta que o desafio central é garantir que esse fluxo recorde não seja apenas um pico passageiro, mas o ponto de partida para consolidar a atividade como motor econômico nacional, superando entraves estruturais históricos. “Para que o Brasil alcance ou supere a média global de participação do turismo no PIB — que em vários países desenvolvidos ultrapassa 10% —, a relação entre governos e empresários não pode ser de cobrança isolada, mas de parceria estratégica”, avalia Adriana Noguti, diretora de comunicação e marketing da RTSC, holding de investimentos nos setores imobiliário, turístico e de energia renovável.Parceria efetiva Na avaliação de Nepomuceno e de especialistas do setor, a maturidade da atividade depende de um alinhamento preciso entre as atribuições da iniciativa privada e as respon... |
| CONTEUDO DE MARCA - Valor - Acompanhe os destaques do segundo dia da ROG.e 2026, diretamente do Rio de Janeiro |
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11h53m |
Evento organizado pelo IBP reúne líderes, empresas e especialistas para discutir os desafios e as transformações do setor de energia Acompanhe os destaques do segundo dia da ROG.e 2026, diretamente do Rio de Janeiro Evento organizado pelo IBP reúne líderes, empresas e especialistas para discutir os desafios e as transformações do setor de energia Confira a programação completa da ROG.e 2026 |
| CONTEUDO DE MARCA - Valor - Nuvem, cibersegurança e IA formam o tripé de prioridades para o setor financeiro |
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11h45m |
Live analisa os principais resultados da 34ª edição da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, que posiciona a inovação como braço estratégico das organizações Chris Bertelli, jornalista e gerente do G.Lab, recebe, da Febraban, Rodrigo Mulinari, diretor de tecnologia e inovação, responsável pela pesquisa, e Ivo Mósca, diretor executivo de inovação, produtos e segurança, além de Sergio Biaginni, sócio-líder para o setor de Banking & Capital Markets na Deloitte Setor da economia privada brasileira que mais investe em tecnologia, a indústria bancária deve avançar 8% em 2026 e totalizar R$ 50,4 bilhões, com foco em serviços de TI, software e infraestrutura. Os dados são da 34ª edição da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, uma realização da Deloitte, organização com o portfólio de serviços profissionais mais diversificado do mercado, com a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN).O levantamento aponta que tecnologias como inteligência artificial (IA), GenAI e cloud consolidam-se como prioridades, ao lado de iniciativas voltadas à cibersegurança e ao fortalecimento da infraestrutura digital. Somadas, essas ferramentas posicionam a inovação como braço estratégico das organizações e o principal habilitador da competitividade e da eficiência do setor financeiro, como apontaram os participantes de uma live dedicada a analisar as conclusões do levantamento. Realizada em conjunto com o Valor Econômico e mediada por Chris Bertelli, jornalista e gerente do GLab, o estúdio de branded content da Editora Globo, o encontro contou com a participação de Sergio Biaginni, sócio-líder para o setor de Banking & Capital Markets na Deloitte, e dois líderes da Febraban: Rodrigo Mulinari, diretor responsável pela pesquisa Febraban de Tecnologia, e Ivo Mósca, diretor executivo de inovação, produtos e segurança. Confira a transmissão na íntegra:Tripé estratégico O levantamento indica que os investimentos do setor financeiro impulsionam a modernização de sistemas e garantem a resil... |
| CONTEUDO DE MARCA - Valor - Acompanhe os destaques do segundo dia da ROG.e 2026, diretamente do Rio de Janeiro |
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10h19m |
Evento organizado pelo IBP reúne líderes, empresas e especialistas para discutir os desafios e as transformações do setor de energia Acompanhe os destaques do segundo dia da ROG.e 2026, diretamente do Rio de Janeiro Evento organizado pelo IBP reúne líderes, empresas e especialistas para discutir os desafios e as transformações do setor de energia Confira a programação completa da ROG.e 2026 |
| CONTEUDO DE MARCA - OGlobo - ApexBrasil destina R$ 210 milhões para conquistar novos mercados |
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7h33m |
Plano de Diversificação de Exportações busca ampliar destinos para produtos de empresas afetadas pelas tarifas dos EUA A participação em feiras internacionais na África, na Europa e na Ásia está entre as iniciativas incentivadas pela ApexBrasil Para ampliar a presença de empresas brasileiras em mercados internacionais e reduzir a dependência de alguns destinos, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançou o Plano de Diversificação de Exportações. A iniciativa destinará R$ 210 milhões à identificação de novos mercados, compradores e oportunidades de negócios para empresas de 35 setores estratégicos, com foco especialmente naquelas afetadas pelo aumento das tarifas dos Estados Unidos.A medida ganha relevância diante dos números do comércio exterior. Nos primeiros seis meses de 2026, o Brasil registrou uma redução de aproximadamente US$ 2,9 bilhões nas exportações para o mercado norte-americano. Ainda assim, as exportações totais do país aumentaram para cerca de US$ 220 bilhões, contra aproximadamente US$ 200 bilhões no mesmo período do ano passado. É um sinal de que a expansão na direção de outros mercados ajudou a compensar as perdas.O país vem ampliando sua presença e reforçando laços comerciais com diferentes mercados. A Índia, por exemplo, foi o quarto maior importador de produtos e serviços brasileiros em agosto de 2026 — há 20 anos, aparecia apenas no 40º lugar. Esse salto é muito significativo, pois envolve o país mais populoso do mundo. Outro destaque são as exportações brasileiras para a Europa. Elas tiveram um superávit de US$ 3,3 bilhões entre janeiro e agosto deste ano, na contramão do déficit de US$ 855 milhões registrado no mesmo período de 2025. O mesmo movimento de ampliação das vendas brasileiras vem se observando nos mercados do Sudeste Asiático e da África.— A expansão para outros mercados já ajudou a compensar parte das perdas registradas nos Estados Unidos. A estratégia é transformar esse movimento em u... |
| CONTEUDO DE MARCA - OGlobo - Thiago Lacerda lembra química com Ana Paula Arósio em 'Terra nostra': 'Que casal, que carisma' |
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7h00m |
Em entrevista do videocast 'Conversa vai, conversa vem', o ator falou sobre reencontro com a atriz, revelou que teve gatilho ao assistir à reprise da novela e lembrou desfile recusado em Carro de Bombeiros Thiago Lacerda e Ana Paula Arósio O ator Thiago Lacerda revelou que teve "muito gatilho" ao assistir à reprise da novela "Terra nostra" no ano passado. Em entrevista à jornalista Maria Fortuna, no videocast do GLOBO "Conversa vai, conversa vem", no ar no Youtube e no Spotify, o ator de 48 anos lembrou detalhes do set e falou sobre a química em cena com a atriz Ana Paula Arósio, que formava com ele o par romântico Matteo e Giuliana. Leia trecho: Você começou em "Malhação"; depois, "Hilda Furacão"; e em seguida, "Terra nostra", aquele sucesso louco por conta da sua química com Ana Paula Arósio. Que casal né? Nossa. Que carisma. Um colorido. Uma verdade naquilo muito impressionante. Lembro de não ter essa consciência naquela altura. Lembro que a gente estava ali para surfar aquela onda e surfamos, lindamente, juntos. Nossa conexão, o carinho estabelecido, o respeito, o companheirismo. Morro de saudade da Ana Paula em cena. Tenho muito carinho por tudo aquilo. Admiro profundamente o nosso encontro e a atriz que ela é. Mas em "Terra Nostra" eu tranquei a faculdade (de Economia) porque as coisas ficaram impossíveis. Precisei me dedicar integralmente àquilo, me enfiei de cabeça como um bom capricorniano. Thiago LacerdaAna BrancoCarla Madeira. 'A vida real ficou insustentável', diz escritora mais vendida do Brasil Maria Rita. 'Não ouço minha mãe porque dói', diz a cantora sobre Elis Regina Chegou a assistir à reprise da novela no ano passado? Deu gatilho?Vi os dois, três primeiros capítulos. Deu muito gatilho. Não tenho esse hábito de voltar às coisas, mas, de vez em quando, elas chegam até mim e eu vejo. E tento me manter cuidadoso comigo, não me criticar tanto. Porque é uma armadilha. A gente começa a prestar atenção em coisas que não deve. O que interessa é o qu... |
| CONTEUDO DE MARCA - OGlobo - Sucesso de público, Semana de Arte do Rio aposta nos próximos dias de programação |
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3h00m |
'Conseguimos garantir uma fluidez pela cidade. E isso não pode parar', promete Secretário de Cultura. Baile Charme de Madureira no Capanema, Jorge Aragão e homenagem a Ney Matogrosso dão sequência à festa este fim de semana Show da Martinália no Palácio Capanema durante a semana de Arte do Rio de Janeiro Num Rio de Janeiro que há dias vinha penando com a chuva, o bom tempo do último fim de semana trouxe de volta a disposição de cariocas e turistas para procurar programas ao ar livre. E o que não faltou, de sexta a domingo, foi opção em meio à Semana de Arte do Rio.Thiago Lacerda: 'Que tipo de masculino eu represento?'Marcos Caruso comemora momento pessoal: 'Estou muito feliz, tenho filhos, netos, marido e ex-mulheres'Entre atrações, em boa parte gratuitas, como o Projeto Aquarius (que reuniu sábado o rapper Emicida e a sambista Leci Brandão à Orquestra Sinfônica Brasileira, na Praça Mauá), o Próxima Parada Samba (no Palácio Gustavo Capanema, com programação dedicada à memória de Beth Carvalho, juntando cinema, exposições, feira de vinil, discotecagem e rodas de samba), a iluminação cênica nos Arcos da Lapa, o Festival Panorama de dança (nos teatros Carlos Gomes e Nelson Rodrigues) e o Mimo Festival (que ferveu no domingo, no Circo Voador, com show do grupo de tuaregues Tinariwen), o Rio viveu dias de cultura e movimento como há muito não vivia.— Na sexta, fui ao (Palácio) Capanema e, depois, ao show da Fafá de Belém, nos Arcos da Lapa. Também fui à (galeria) Gentil Carioca e ali na Praça Tiradentes. No dia seguinte, fui com meu filho ver os infláveis na Carioca e Cinelândia, depois no (bumba meu boi) Brilho de Lucas. Enfim, fiquei nervosa, com siricutico... e semana que vem tem mais! — festeja a cantora Lila, para quem o sentimento foi “o de circular na cidade como no carnaval, tipo carnaval fora de época”. — É incrível tirar as pessoas do digital e celebrar a coletividade fora das redes sociais, grande doença da nossa sociedade.Público ocupa a Praça Mauá para... |