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QUINTA-FEIRA, 29 DE OUTUBRO DE 2020 - Horário 16:56
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ECO/ PRNewswire - Os Impactos da Pandemia de COVID - Economia, dito por Wilson Borges Pereira IV

RIO DE JANEIRO, Brasil, 29 de outubro de 2020 /PRNewswire/ -- Além das milhares de vítimas em mais de 180 países o novo corona vírus paralisou a economia, afetou o comércio global, fechou fronteiras, derrubou bolsas, cancelou eventos mundialmente conhecidos e agora coloca países em recessão.

O que vai sobrando dessa devastadora situação é preocupante. Vemos agora muitos países enfrentando problemas financeiros graves, e as notícias de economia não são animadoras. Empresas cortaram drasticamente os gastos e custos de absolutamente tudo. A produção caiu e os rendimentos tanto quanto.

Segundo dados do IBGE, no Brasil mais de 700 mil empresas foram fechadas desde março, quando a pandemia começou. De acordo com dados divulgados pelo FMI (Fundo Monetário Internacional), na ultima terça-feira (13/10), a economia global vai encolher 3% este ano e descreve o declínio financeiro como o pior desde a Grande Depressão dos anos 1930.

Na previsão do FMI o caminho para a retomada e recuperação da economia global será longa, incerta, difícil e irregular, considerando que sob forte impacto da pandemia, a economia mundial ainda deverá encolher 4,4% neste ano, a contração é menor do que a já estimada pelo Fundo em junho, quando a projeção era de queda de 4,9% no PIB (Produto Interno Bruto) global. O relatório World Economic Outlook ("Perspectivas da Economia Mundial"), divulgado em Washington não foi tão pessimista e divulgou a projeção para 2021 com crescimento de 5,2% no PIB mundial, um pouco abaixo dos 5,4% previstos em junho.

Para a economia brasileira, o FMI projeta recuo de 5,8% neste ano, desempenho melhor do que a queda de 9,1% prevista em junho, mas ainda mais pessimista do que as projeções do mercado e do governo brasileiro, que prevê queda de 4,7%. Na semana passada, o Banco Mundial também revisou as projeções para a economia brasileira, prevendo queda e 5,4%.

Para 2021, o FMI projeta crescimento de 2,8% no PIB brasileiro. A previsão ainda está bem abaixo da previsão do relatório de junho, mas se considerar as perdas de 2020 qualquer percentual ascendente representa um bom cenário.

Para o empresário, Wilson Borges Pereira IV, "a esperança no restabelecimento é necessário tendo em vista que há uma projeção, ainda que lenta, de crescimento e recuperação na economia mundial ainda em meio a um cenário adverso e suscetível. Prudência se faz necessário e é preciso muita cautela, atenção e respeito ao mercado em tudo que se diz respeito à economia neste momento".

A saber, a China, primeiro país afetado pela pandemia, voltou a crescer de maneira mais vigorosa do que o esperado e os índices indicam que o país deverá crescer 1,9% neste ano e 8,2% em 2021, segundo o FMI.

Fonte: Wilson Borges Pereira IV

FONTE Wilson Borges Pereira IV


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