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QUINTA-FEIRA, 19 DE NOVEMBRO DE 2020 - Horário 15:02
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ECO/ PRNewswire - Fintech fundada em 2011 escala 70% em ano pandêmico com o capitalismo inclusivo

SÃO PAULO, 19 de novembro de 2020 /PRNewswire/ -- Fundada em 2011, a Abrão Filho é hoje a maior correspondente cambial do país e já ultrapassou a marca de R$ 2 bilhões em volume transacionado até outubro de 2020 e segundo Leonardo Abrão, até dezembro este volume será superior a R$ 3 bilhões.

 

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Além dos números expressivos e o crescimento exponencial, chama a atenção o estilo despojado com que o escritório foi decorado.

Os ambientes são compartilhados, não existindo mesas individuais ou gavetas. Os colaboradores sentam-se lado a lado com diretores, executivos e com o fundador e CEO Leonardo Abrão.

A integração praticada no escritório do maior correspondente cambial do país, está um estágio a frente da interação, e tal cultura é pouco difundida no mercado de câmbio brasileiro.

A diversidade humana, e o senso de respeito e equidade entre as diferenças em vários aspectos, não somente no âmbito racial, como comportamental é um mantra na empresa.

É possível ver executivos de câmbio de bermuda e chinelo, advindos do extremo leste de São Paulo, ou ainda, afrodescendentes militantes da causa canábica que se tornaram destaque na empresa por ajudarem a ingressar e virar referência em fechamento de câmbio para cannabis medicinal.

O diretor de operações da Abrão Filho, Eduardo Domingues, destaca a cultura implementada na empresa. "As particularidades, quantos mais preservadas forem, mais agregarão valor, e assim crescemos com as diferenças".

O sócio fundador da Abrão Filho, Leonardo Abrão reforça que a valorização do capital humano é levada a sério por todos.

"Aqui os estereótipos fora do modismo não têm oportunidade para limpar privada e servir café, e isso não começou agora, a empresa vai completar 10 anos em 2021, e acreditar no potencial das minorias é um de nossos lemas".

Se atesta isso na realidade, o especialista de câmbio já na terceira idade e afrodescendente é uma peça-chave da empresa, o operador in company, que assiste dezenas de executivos de banking e câmbio é da periferia de São Paulo, e está bem longe de ser um "faria limer".

Segundo Marcus Vinicius, CFO e cofundador da empresa, também advindo da zona periférica de São Paulo.

"Não há distinção entre os colaboradores, diretores e executivos, na verdade, há uma grande semelhança. A oportunidade para quem tem muito a dar e quer receber na mesma ordem de grandeza, e sem se travestir para tal".

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FONTE Abrão Filho Banking & Câmbio


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